Como a ExpoBand substituiu R$ 28 mil em terceirização por máquinas próprias com a Weld Vision
Douglas, diretor-geral do Grupo ExpoBand, lembra bem do ponto de virada. Era um galpão, duas dobradeiras, uma puncionadeira e um gargalo constante que limitava o crescimento.
Tudo o que exigia corte mais sofisticado ia para fora: terceirização. Todo mês, R$ 28.000 saindo da operação para pagar o que a fábrica ainda não conseguia fazer sozinha.
“Eu tinha consciência que eu não precisava de uma máquina a laser. Então foi feito um estudo.”
O estudo revelou algo que mudou a lógica do investimento: a parcela de financiamento da primeira máquina era de R$ 24.000 por mês. Menos do que ele já gastava com o terceiro. A Weld Vision encaixou o custo da terceirização numa parcela menor, e o equipamento começou a se pagar antes mesmo de estar quitado.
Essa foi a primeira aquisição. Hoje, o Grupo ExpoBand opera um parque fabril de mais de 16 mil metros quadrados, cuida de 350 famílias e é, segundo seus próprios diretores, o único hub 360 do Brasil no segmento de varejo.
Quem é o Grupo ExpoBand?
O Grupo ExpoBand é a junção de duas empresas: ExpoMix e NeoBand.
A ExpoMix atua no segmento de mobiliário para varejo: gôndolas, porta-paletes, displays e aramados. A NeoBand é comunicação visual completa: desde a comunicação visual para marketing até fachadas, logotipos em letra caixa e comunicação visual interna e externa.
Juntas, as duas empresas formam o que Felipe Lastre, diretor comercial do grupo, define como hub 360: uma única empresa capaz de entregar toda a operação de expansão de uma loja de varejo sem que o cliente precise contratar cinco fornecedores diferentes, com cinco CNPJs, cinco operações e cinco instalações para concorrer a um único resultado final.
“Com a junção da ExpoMix com a NeoBand, você tem tudo isso dentro do mesmo grupo. Você não tem cinco CNPJs, cinco impostos, cinco instalações, cinco operações separadas para concorrer apenas uma final, que é a expansão da loja.”
Clientes como Chili Beans, Drogaria São Paulo, Pacheco, Raia, Droga Raia, Vivo, Tim, Carrefour, Zaffari e Fleury fazem parte da carteira do grupo. Para atender esse nível de exigência em escala, a operação fabril precisa ser à altura, e foi exatamente aí que a parceria com a Weld Vision se tornou estrutural.
A virada: da terceirização ao parque próprio
A decisão de internalizar o processo de corte não foi impulsiva. Veio de um estudo financeiro que deixou o caminho claro: o custo mensal da terceirização era maior do que a parcela do equipamento. A lógica econômica apontava para a máquina própria.
Mas o que começa como uma decisão financeira: substituir R$ 28 mil de terceirização por uma parcela de R$ 24 mil, rapidamente se transforma em algo maior: controle total sobre o processo produtivo, capacidade de atender prazos sem depender de terceiros, e margem para crescer sem o teto que a terceirização impõe.
A primeira máquina foi o gatilho. O que veio depois foi consequência direta de uma operação que ganhou controle sobre o próprio processo.
O parque fabril atual: tecnologia Weld Vision de ponta a ponta
Hoje, o Grupo ExpoBand opera um conjunto de equipamentos que vai muito além daquela primeira aquisição. O parque fabril inclui:
Duas máquinas laser tubo totalmente automáticas: para corte de perfis estruturais, tubos e seções com precisão e produtividade industrial. O detalhe que Douglas destaca: “as máquinas estão trabalhando” mesmo enquanto os operadores almoçam. Automação real, com uptime que não depende de presença constante de operador.
Duas máquinas laser de chapa automáticas: para corte de chapas metálicas em alta velocidade e precisão. Com as mesmas características de automação das laser tubo, a produção não para.
Duas dobradeiras CNC: para conformação de chapas com controle numérico, garantindo repetibilidade dimensional e precisão angular ao longo de todo o volume produzido.
Duas máquinas de solda a laser: as mais recentes aquisições do grupo, e as que representam a mudança mais significativa de mentalidade na operação.
“São as primeiras que nós adquirimos em um processo de mudar a mentalidade dos nossos soldadores atuais, porque o que tem de mais moderno de solda hoje é a solda laser.”
A mudança de mentalidade na soldagem
A adoção da solda a laser é, no relato de Douglas, mais do que uma decisão técnica. É uma mudança cultural na operação.
Soldadores formados em processos convencionais: MIG/MAG, TIG, eletrodo, precisam aprender um processo que funciona de forma fundamentalmente diferente. A velocidade é maior. O cordão é mais fino e limpo. A zona termicamente afetada é mínima. O retrabalho de acabamento desaparece em boa parte das aplicações.
Mas o que muda também é a relação do operador com o equipamento: na solda a laser, a velocidade de alimentação de arame é controlada pelo equipamento, não pela mão do operador. A curva de aprendizado é mais rápida, o que significa que novos operadores conseguem produzir cordões de qualidade em menos tempo de treinamento.
Para uma operação do porte do Grupo ExpoBand: 16 mil metros quadrados, clientes do nível de Carrefour e Vivo, a padronização que a solda a laser entrega não é um luxo, mas sim uma necessidade operacional.
O que o case do Grupo ExpoBand revela sobre a Weld Vision?
A trajetória do Grupo ExpoBand com a Weld Vision não é um caso isolado. É um padrão que se repete em operações que chegam a um ponto de inflexão: quando o custo da terceirização ultrapassa o custo do equipamento próprio, a decisão correta é internalizar.
O que a Weld Vision fez no caso do Grupo ExpoBand foi apresentar esse cálculo com clareza, e estruturar a aquisição de forma que a parcela de financiamento coubesse dentro do que a operação já gastava. Não foi uma venda de equipamento. Foi uma reestruturação financeira do processo produtivo.
Depois da primeira máquina, o crescimento foi consequência. Duas laser tubo, duas laser chapa, duas dobradeiras CNC, duas máquinas de solda a laser: cada aquisição motivada pelo mesmo princípio da primeira: a máquina se paga com o resultado que gera.
Para o Grupo ExpoBand, a Weld Vision não é apenas um fornecedor de equipamentos. É parte da estrutura que permitiu à empresa se tornar o único hub 360 do Brasil no segmento de varejo, com tecnologia, escala e controle de processo para atender os maiores varejistas do país.
Weld Vision: o parceiro para quem quer crescer com controle
Se a sua operação ainda terceiriza processos de corte, dobra ou soldagem, e o volume já é expressivo, vale fazer o mesmo cálculo que o Douglas fez: quanto você paga por mês em terceirização? Quanto custaria a parcela de uma máquina própria?
Em muitos casos, a resposta surpreende. E é exatamente esse tipo de avaliação que a Weld Vision faz com cada cliente antes de qualquer proposta.
Financiamento Weld Vision
A história do Grupo ExpoBand começa exatamente nesse ponto: a parcela da máquina era menor do que o custo da terceirização. O investimento se pagava antes mesmo de estar quitado.
Esse cálculo é mais comum do que parece. Operações que terceirizam corte a laser, soldagem ou dobra com volume relevante frequentemente descobrem que o custo mensal da terceirização já sustentaria a parcela de um equipamento próprio, com margem.
A Weld Vision orienta cada cliente nessa análise antes de qualquer proposta: qual é o gasto atual com terceirização? Qual potência e configuração de equipamento realmente atende o processo? Qual linha de crédito encaixa melhor no perfil financeiro da empresa?
Não é apenas vender uma máquina. É estruturar o investimento para que ele gere resultado desde o primeiro mês, como aconteceu com o Douglas, que saiu de R$ 28.000 em terceirização para uma parcela de R$ 24.000 com equipamento próprio.
Para entender como funciona o financiamento de máquinas de corte a laser e quais são as opções disponíveis no mercado, a Weld Vision tem um guia completo no blog: Financie sua máquina de corte a laser com a Weld Vision.
Fale com um especialista da Weld Vision e descubra se o momento de internalizar já chegou para a sua operação.
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